Saúde Mental do CEO de empresa: desafios e responsabilidades

Equilibrando o peso do sucesso: como liderar uma empresa sem surtar!
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A posição de CEO de uma empresa traz consigo uma série de desafios e responsabilidades únicas. Enquanto lideram equipes, tomam decisões estratégicas e enfrentam pressões constantes, os CEOs muitas vezes negligenciam um aspecto crucial: sua própria saúde mental.

Casos de Burnout têm sido cada vez mais frequentes entre empreendedores e diretores executivos.

Embora possa parecer glamourosa, a rotina de um CEO é cercada de altos níveis de estresse, pressão constante e uma carga de trabalho intensa.

Não é de se admirar, portanto, que essa realidade também traga consigo um conjunto de desafios emocionais e mentais.

O Burnout tem sido frequente tem sido frequente entre CEOs, afinal, estão lidando diariamente com tomadas de decisões de risco e incertezas do mercado.

Como CEO do Guia da Alma falo isso por experiência própria!

É essencial que se fale sobre a saúde mental dos CEOs. Até porque sua liderança influencia diretamente na cultura e sucesso de uma empresa!

Cuidar da saúde mental além de ser essencial para cuidar da própria integridade, é também uma responsabilidade que afeta não apenas o líder, mas toda a organização.

Sou Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma – a solução completa para a Saúde Mental no trabalho. Boa leitura!


Como está a saúde mental do CEO de empresa? Dados e desafios

Como está a saúde mental do CEO de empresa? Dados e desafios

Foto: stefamerpik – Freepik

Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30% dos trabalhadores sofrem de algum transtorno mental. Porém, se contarmos os casos não diagnosticados, esse número pode ser ainda maior!

Um estudo feito pela Troposlab e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), publicado pela revista Exame em 2021, demonstrou que apenas no período da pandemia, 30% dos empreendedores brasileiros buscaram apoio terapêutico e iniciaram tratamento da Síndrome de Burnout.

No Brasil, uma pesquisa realizada pela Associação Internacional do Controle do Estresse (ISMA) revelou que o país ocupa a segunda posição no ranking mundial de nações com síndrome de Burnout.

E não são poucos os casos, nomes conhecidos como Laércio Albuquerque (CEO da Cisco), Cláudio Hermolin (CEO da Brasil Brokers), Pedro Franceschi (co-CEO da Brex) e Murilo Gun (ex-CEO da Keep Learning School) já contaram publicamente como enfrentaram o Burnout.

Vamos voltar ao início o que é CEO da empresa e como a saúde mental impacta nesse cargo?

O significado de CEO vem a sigla para Chief Executive Officer, que em português significa Diretor Executivo ou Diretor-Geral. É o mais alto cargo executivo em uma empresa, responsável pela tomada de decisões estratégicas, pela gestão geral e pelo direcionamento da organização.

Ser CEO de uma empresa é uma posição de grande responsabilidade e influência, mas muitas vezes a realidade por trás desse papel pode ser desafiadora e impactar profundamente a saúde mental dos executivos.

De acordo com um estudo divulgado recentemente pela Nascia, uma rede espanhola de especialistas em tratamento do estresse, cerca de 60% dos casos de esgotamento profissional identificados em ambientes corporativos ocorrem entre os líderes.

Já segundo um estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mais da metade dos líderes (55%) relatam apresentar sintomas de estresse e ansiedade. Além disso, esses líderes esgotados experimentam uma gama de emoções que dificultam a recuperação do bem-estar emocional, como apatia, desesperança e irritação, podendo, ao longo do tempo, desencadear quadros de depressão.

Uma pesquisa da Deloitte e Workplace Intelligence descobriu que quase 70% dos executivos estão pensando seriamente em sair para um emprego que melhor apóie seu bem-estar. A grande maioria dos executivos (81%) disse que melhorar seu bem-estar agora é mais importante do que avançar no trabalho!

Nos primeiros cinco meses de 2022, uma pesquisa da Challenger Gray & Christmas descobriu que 668 CEOs baseados nos EUA deixaram seus cargos. O maior índice registrado desde que o estudo começou a ser feito em 2002!

Dessa forma, é possível afirmar que a rotina de um CEO é geralmente cercada de altos níveis de estresse, pressão constante e uma carga de trabalho intensa. Embora possa parecer glamoroso e emocionante, essa realidade também traz consigo um conjunto único de desafios emocionais e mentais.

Os CEOs enfrentam uma infinidade de demandas, desde liderar estratégias de negócios e tomar decisões difíceis até lidar com questões de recursos humanos e enfrentar incertezas do mercado. Somos frequentemente cobrados por resultados e temos a responsabilidade de guiar a empresa para o sucesso.

Essa pressão constante pode levar a uma sensação de estar sempre ligado e disponível, o que pode levar a um desgaste mental significativo.

O estresse crônico e a pressão constante podem ter um impacto negativo na saúde mental dos CEOs. Eles correm maior risco de desenvolver ansiedade, depressão, distúrbios do sono e problemas de saúde relacionados ao estresse.

A falta de tempo para cuidar de si mesmos, manter relacionamentos pessoais e encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional também pode contribuir para o desgaste emocional.

É fundamental que os CEOs reconheçam a importância de cuidar de sua saúde mental e buscar apoio quando necessário.

A solidão do CEO

A solidão do diretor executivo

A solidão é um aspecto significativo e muitas vezes subestimado da vida de um CEO de empresa.

Embora possa parecer contraditório, a solidão é uma experiência comum para muitos líderes empresariais devido à natureza isolada de sua posição e à falta de colegas com quem possam compartilhar abertamente suas preocupações e desafios.

Uma das principais razões para a solidão do CEO é a estrutura hierárquica da empresa.

Como líder máximo, o CEO ocupa um papel único e solitário. Eles têm uma visão ampla do negócio, tomam decisões cruciais e são responsáveis ​​por orientar a empresa em direção aos seus objetivos estratégicos.

Essa posição de autoridade e liderança pode criar uma barreira entre o CEO e os outros membros da equipe, dificultando o compartilhamento de preocupações e dúvidas.

Além disso, os CEOs são vistos como a figura central e inabalável da empresa.

Eles precisam manter uma imagem de confiança e estabilidade, transmitindo segurança para os funcionários, investidores e outras partes interessadas. Essa expectativa de liderança inabalável pode tornar difícil para os CEOs expressar suas próprias vulnerabilidades, medos ou preocupações pessoais, reforçando a sensação de solidão.

A falta de pessoas com quem os CEOs possam compartilhar sua jornada também pode levar à solidão.

Muitas vezes, eles enfrentam decisões difíceis, dilemas éticos e situações complexas que exigem uma reflexão profunda. No entanto, nem sempre há colegas ou mentores que possam entender plenamente sua perspectiva e oferecer orientação apropriada.

Essa ausência de um círculo íntimo de confiança pode intensificar a sensação de isolamento. A autocobrança excessiva e sensação de “levar a empresa nas costas” também!

A solidão do CEO pode ter implicações negativas para sua saúde mental e bem-estar geral. A falta de um sistema de apoio adequado pode aumentar o estresse, a ansiedade e a sensação de sobrecarga emocional.

A solidão também pode levar a uma sensação de desconexão, tanto pessoal quanto profissionalmente, e contribuir para o desgaste emocional.

Em última análise, é importante que os CEOs reconheçam que não é preciso estar só, e ajam proativamente para encontrar maneiras de lidar com ela.

Ao buscar apoio, construir redes de suporte, fazer terapia e ter mentores, os CEOs podem enfrentar a solidão de forma mais saudável e equilibrada, permitindo-lhes enfrentar os desafios da liderança com resiliência e bem-estar. Algumas empresas até mesmo têm Co-CEOs hoje em dia!

A seguir veja mais dicas:

A importância do autocuidado para os CEOs: confira 9 dicas

A importância do autocuidado para os CEOs: confira 9 dicas

Foto: Freepik

A dedicação ao autocuidado é de extrema importância para o CEO saudável, não apenas para garantir seu bem-estar pessoal, mas também para prevenir o desenvolvimento de transtornos mentais decorrentes do estresse e da pressão constantes da vida corporativa.

Aqui estão algumas dicas de autocuidado que podem ajudar a como ser um CEO que preserva a saúde mental:

  1. Priorize o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal: reserve tempo para atividades que tragam prazer e relaxamento, como hobbies, exercícios físicos ou momentos de lazer com a família e amigos;
  2. Estabeleça limites: defina limites claros entre o trabalho e o tempo pessoal. Evite levar trabalho para casa e estabeleça horários fixos para desligar do ambiente profissional;
  3. Pratique a gestão do estresse: encontre técnicas de gerenciamento do estresse que funcionem para você, como mindfulness no trabalho, respiração profunda, yoga no trabalho ou outras práticas de relaxamento. Reserve alguns minutos do dia para praticar essas técnicas e aliviar a pressão acumulada;
  4. Cuide da saúde física: aqui o cuidado não é necessariamente realizar musculação ou praticar esportes intensos, mas sim manter-se ativo e em movimento, com bons hábitos. Tenha uma alimentação equilibrada, durma o suficiente e mantenha-se ativo fisicamente. A prática regular de exercícios físicos estimula a liberação de serotonina e endorfina no organismo. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard conduziram um estudo que revelou que apenas 15 minutos de caminhada diária podem reduzir em 26% os riscos de desenvolver depressão.
  5. Busque apoio: não hesite em procurar ajuda profissional, como terapeutas, que possam oferecer suporte emocional e estratégias para lidar com os desafios da vida corporativa;
  6. Estabeleça uma rede de apoio: cultive relacionamentos saudáveis e fortalecedores. Compartilhar experiências e desafios com outros CEOs ou profissionais do ramo pode ser uma fonte de suporte e insights valiosos;
  7. Pratique o autoconhecimento: dedique tempo para se conhecer melhor, identificar suas necessidades e limites. Entender seus próprios padrões de pensamento e emoções ajuda a desenvolver estratégias eficazes de autocuidado;
  8. Aprenda a delegar tarefas: não carregue todo o peso do trabalho sozinho. Aprenda a delegar responsabilidades e confiar em sua equipe. Isso não apenas aliviará a carga de trabalho, mas também fortalecerá o senso de colaboração e confiança entre todos;
  9. Faça pausas regulares: reservar pequenas pausas no trabalho durante o dia para descansar, descontrair e recarregar as energias é fundamental para manter a clareza mental e a produtividade.

Lembrando que a realidade de cada CEO é única. É importante adaptar essas dicas às suas próprias necessidades e encontrar estratégias de autocuidado que funcionem melhor para você.

Priorizar o autocuidado não só beneficiará a saúde mental de como ser um bom líder, mas também contribuirá para um desempenho mais eficaz e equilibrado no ambiente de trabalho.

CEO de empresa: como a saúde das mentes que lideram impactam em seus resultados?

CEO de empresa: como a saúde das mentes que lideram impactam em seus resultados?

Foto: AboutImages – Envato

A saúde mental dos CEOs e líderes empresariais desempenha um papel crucial no desempenho e nos resultados das empresas. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a saúde mental dos líderes pode impactar diretamente os resultados:

  • Tomada de decisão: a saúde mental afeta a capacidade dos CEOs de tomar decisões estratégicas e assertivas. Quando os líderes estão enfrentando problemas de saúde mental, como estresse excessivo, ansiedade ou esgotamento, sua capacidade de análise, raciocínio e julgamento pode ficar comprometida. Isso pode levar a decisões subótimas, comunicação agressiva, falta de clareza e impacto negativo nos resultados da empresa;
  • Saúde mental e liderança eficaz: a saúde mental influencia diretamente a capacidade dos CEOs de liderar de maneira eficaz. Quando os líderes estão mentalmente saudáveis, eles são capazes de inspirar, motivar e engajar suas equipes. Eles têm uma maior capacidade de comunicar visões e metas claras, proporcionar orientação e feedback construtivo, além de promover um ambiente de trabalho positivo. Isso resulta em maior produtividade, colaboração e desempenho geral da equipe;
  • Resiliência diante dos desafios: o mundo empresarial está repleto de desafios e obstáculos. A saúde mental dos CEOs desempenha um papel fundamental em sua capacidade de lidar com esses desafios de maneira eficaz. CEOs mentalmente saudáveis têm maior resiliência emocional e psicológica, o que lhes permite enfrentar os altos e baixos do ambiente empresarial com equilíbrio e perspectiva. Eles são mais capazes de se adaptar a mudanças, superar adversidades e buscar soluções criativas para os problemas;
  • Cultura organizacional saudável: a saúde mental dos líderes influencia diretamente a cultura organizacional da empresa. CEOs que valorizam e priorizam o bem-estar mental e emocional de seus funcionários criam um ambiente de trabalho saudável e positivo. Isso resulta em maior engajamento dos colaboradores, menor rotatividade, aumento da satisfação no trabalho e, em última análise, melhores resultados para a empresa.

O polêmico caso do CEO da Uber

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Se você já assistiu a série Super Pumped sabe do que eu estou falando! A Uber é um exemplo de como a má liderança pode respingar em todas as áreas de uma empresa.

É inegável o papel que a Uber teve na maneira como nos locomovemos, e foram muitas as barreiras que a empresa teve que enfrentar para chegar onde está.

Porém, o cofundador, Travis Kalanick, foi obrigado a deixar sua posição de CEO da Uber em 2017. Sua trajetória é repleta de polêmicas, controvérsias e acusações de comportamento nocivo, sendo conhecido como o “CEO mais odiado do mundo”.

Apesar de todas as conquistas, a empresa foi acusada de tolerar uma cultura sexista e de assédio. Além das polêmicas que vieram à tona sobre práticas trabalhistas, violação da privacidade dos usuários do aplicativo, entre outros.

A engenheira Susan Fowler escreveu um artigo, que ficou mundialmente famoso, contando como o assédio sexual era rotineiramente abafado pelo RH da Uber, principalmente quando o agressor era um funcionário “de alta performance”.

O exemplo deve vir de cima. E na Uber não era o caso. Kalanick estimulava a competição entre funcionários, fez declarações controversas publicamente, e realizou ações antiéticas contra o próprio conselho administrativo da empresa.

Ser CEO envolve responsabilidade com a empresa, e também com o capital humano.

Em suma, a saúde mental dos CEOs é fundamental para o sucesso empresarial.

Investir no autocuidado, buscar apoio adequado e adotar práticas saudáveis de gestão são medidas essenciais para garantir que os líderes estejam preparados para enfrentar os desafios e liderar com excelência, resultando em resultados positivos para a empresa como um todo.

A importância do cuidado com a saúde mental

A importância do cuidado com a saúde mental

Foto: Freepik

A importância da saúde mental tanto a nível empresarial quanto pessoal, incluindo CEOs e liderados, é cada vez mais reconhecida como um elemento fundamental para o bem-estar e o sucesso no ambiente de trabalho.

A seguir, abordarei alguns pontos relevantes sobre esse tema:

  • Impacto na empresa: a saúde mental dos colaboradores tem um impacto direto no desempenho e nos resultados da empresa. Funcionários que enfrentam problemas de saúde mental podem ter produtividade reduzida, absenteísmo, aumento de conflitos interpessoais e menor engajamento com o trabalho. Isso pode levar a uma perda de talentos e a um ambiente de trabalho desfavorável;
  • Retenção de talentos: a falta de cuidado com a saúde mental dos colaboradores pode levar à perda de talentos qualificados. Os próprios colaboradores afirmam: 77% dizem que pensam em deixar uma empresa que não prioriza o bem-estar, segundo pesquisa do Gympass. Portanto, investir em programas de apoio à saúde mental pode ser um diferencial para atrair e reter talentos nas empresas;
  • Responsabilidade ESG: a saúde mental também está se tornando uma questão relevante dentro dos critérios de responsabilidade social e governança corporativa (ESG nas empresas). As empresas que incorporam práticas voltadas para o bem-estar mental e emocional de seus colaboradores demonstram um compromisso com a sustentabilidade organizacional e social, o que é cada vez mais valorizado por investidores, clientes e parceiros de negócios;
  • Liderança como exemplo: os líderes, incluindo CEOs, têm um papel fundamental na promoção de uma cultura de saúde mental positiva. Ao compartilharem suas próprias experiências e mostrarem vulnerabilidade, eles podem criar um ambiente de abertura e apoio, encorajando os colaboradores a cuidarem de sua saúde mental. Além disso, líderes que se preocupam com a saúde mental de suas equipes e oferecem recursos e suporte adequados demonstram um compromisso genuíno com o bem-estar de seus colaboradores;
  • Programas de apoio: podem ser implementados programas de saúde mental nas empresas e políticas que visam promover o autocuidado, como: fornecer acesso a serviços de aconselhamento, oferecer treinamentos de resiliência e habilidades emocionais, incentivar pausas regulares, oferecer benefícios de terapia, entre outros. Essas iniciativas podem ajudar a reduzir o estresse, melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e fortalecer a saúde mental dos colaboradores.

De CEO para CEO: conte com o Guia da Alma!

Rodrigo Roncaglio

Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma

Iniciei minha caminhada com terapias complementares e integrativas há alguns anos, e esse foi um dos motivos que me motivaram a fundar o Guia da Alma junto com a Liana Chiaradia: levar os benefícios dessas técnicas a mais pessoas e empresas!

A partir de uma busca pessoal por um estilo de vida mais saudável, percebemos a necessidade de desenvolver uma plataforma que pudesse reunir conteúdos e conectar profissionais da área.

Desde 2016 no ar, a plataforma de saúde mental com terapias complementares está disponível ao público geral, e para empresas como benefício de saúde mental.

Ao longo de 7 anos como CEO de startup, enfrentei diversos desafios. Mas ter uma rotina de autocuidado, praticar meditação e fazer terapia me ajudaram a enfrentar tudo isso com mais resiliência e assertividade!

E a equipe também se beneficia com essa cultura e exemplo. Além do benefício em terapias que disponibilizamos a eles 🙂

Depois desse artigo, você já entendeu a importância da saúde mental para sua vida e empresa, certo?

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Fundador e CEO do Guia da Alma. Especialista em Saúde Mental corporativa. Especialista em Terapias Complementares. Palestrante e Instrutor de Meditação Mindfulness para Empresas.

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