Como fazer a gestão de benefícios empresariais: o guia que você procurava!

Conheça as 5 etapas essenciais para gerenciar o pacote de benefícios da sua empresa.
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Hoje em dia o salário já não é o ponto principal de interesse dos colaboradores: ao colocar o bem-estar como foco, o resultado correspondente é um aumento significativo da satisfação e lealdade à empresa. Para que isso ocorra de forma eficaz, uma gestão de benefícios empresariais ativa é fundamental para sua empresa!

Segundo pesquisa do Gympass de 2022:

  • Para 83% dos colaboradores, o bem-estar é tão importante quanto o salário;
  • 85% dos profissionais tendem a permanecer em uma empresa que prioriza esse quesito;
  • 77% afirmam que poderiam deixar um emprego caso o bem-estar não seja prioridade na companhia.

Neste artigo te mostro como deve ser realizada uma boa gestão dos melhores benefícios de empresas e respondo todas as dúvidas referentes aos assunto.

Sou Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma – a solução completa para a Saúde Mental no trabalho. Boa leitura!


O que são benefícios empresariais e qual a sua importância

O que são benefícios empresariais e qual a sua importância

Foto: Prostock-studio – Envato

Os benefícios que empresas oferecem funcionam como uma forma de remuneração para os colaboradores de uma instituição, englobando vantagens voluntárias ou obrigatórias.

Um plano de pacote de benefícios bem estruturado é fundamental para a atração e retenção de talentos nas empresas, tendo em vista que é uma ação que, de forma prática, demonstra entender e reconhecer as necessidades do time de colaboradores.

Benefícios corporativos que visem o bem-estar dentro da empresa proporciona um aumento significativo em:

  • Produtividade;
  • Satisfação;
  • Lealdade.

Além disso, os colaboradores sentem-se valorizados na equipe, o que impacta positivamente no clima organizacional da companhia, diminuindo as taxas de absenteísmo e reduzindo os índices de turnover.

Principais tipos de benefícios

Principais tipos de benefícios

Foto: benzoix – Envato

Existem alguns benefícios empresariais mais comuns — obrigatórios — e outros mais flexíveis — voluntários —, demonstrando o diferencial da empresa contratante. Conheça alguns exemplos de gestão de benefícios:

Benefícios corporativos obrigatórios (ou compulsórios)

Benefícios corporativos obrigatórios (ou compulsórios)

Esses são os benefícios que as empresas devem oferecer aos colaboradores, que estão previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). São eles:

  • 13º salário;
  • Licença maternidade e paternidade;
  • Férias remuneradas;
  • Vale transporte;
  • Aposentadoria;
  • Auxílio doença;
  • Contribuição ao FGTS.

Benefícios voluntários

Benefícios voluntários

Esses são os benefícios que as empresas oferecem enquanto um complemento aos compulsórios. Conheça alguns:

  • Adiantamento de salário;
  • Bonificações;
  • Vale alimentação e refeição (VA e VR);
  • Programas de bem-estar financeiro;
  • Seguros de vida;
  • Assistência educacional;
  • Auxílio creche;
  • Planos de saúde e odontológicos;
  • Assistência educacional;
  • Entre outros.

Benefícios flexíveis e inovadores

Benefícios flexíveis e inovadores

Plano de benefícios que é criado a partir da análise do perfil dos colaboradores da empresa. Após uma análise dos funcionários, levando em conta aspectos como idade, estilo de vida e prioridades, o RH cria um pacote que beneficie-os de forma específica.

Conheça alguns que podem ser considerados:

  • Planos para bem-estar e saúde mental;
  • Mobilidade;
  • Viagens;
  • Kit de boas-vindas;
  • Prêmios e bonificações no atingimento de metas;
  • Investimento em ergonomia para home office;
  • Entre outros.

Gestão estratégica dos benefícios empresariais

Gestão estratégica dos benefícios empresariais

Foto: itchaznong – Envato

  • Gestão de benefícios: o que é?

Esse tipo de gestão estratégica leva em consideração todas as etapas de implementação até a consolidação de um pacote de benefícios interessante para a empresa.

Uma das vantagens palpáveis de uma gestão de benefícios por um RH eficaz traduz-se no fortalecimento do clima organizacional da instituição, onde os profissionais conseguem alcançar suas metas no trabalho e sentem-se estimulados diariamente no ambiente laboral.

Além disso, a empresa solidifica o seu employer branding, consolidando-se no mercado como uma companhia confiável que valoriza os seus funcionários.

  • Por que os benefícios são importantes?

São inúmeras as vantagens de implantar uma gestão de benefícios empresarias no seu negócio, tendo em vista que empresas com alta classificação em benefícios possuem índice de quase 60% menor em rotatividade, assim como quase 50% dos colaboradores afirmam que as empresas devem melhorar seus salários e benefícios (Global Talent Trends, Linkedin – 2020).

É fato! Melhores benefícios e boa remuneração são as principais razões dos profissionais procurarem vagas em empresas concorrentes.

Além de reforçar a marca empregadora através da satisfação de seus funcionários, outras vantagens que a empresa conquista ao investir em um plano efetivo de benefícios corporativos são:

Passo a passo da gestão de benefícios empresariais: 5 etapas!

Passo a passo da gestão de benefícios empresariais: 5 etapas!

Foto: YuriArcursPeopleimages – Envato

De forma breve, para implementar um pacote de benefícios que seja interessante para a empresa, a gestão deve:

  • Deixar claro na fase de recrutamento quais são os benefícios oferecidos pela empresa;
  • Ter um local de controle dos processos de gestão de benefícios da empresa, acompanhando métricas de adesão, satisfação e custo-benefício;
  • Oferecer benefícios flexíveis, onde o profissional possa escolhê-los de acordo com suas necessidades individuais;
  • Mensurar os resultados dos benefícios oferecidos.

Vamos nos aprofundar nesse passo a passo? 🙂

1. Escute as necessidades dos colaboradores

Escute as necessidades dos colaboradores

Para entender as necessidades do profissionais da empresa, a gestão de RH pode:

  • Convidar o time de colaboradores para discorrer sobre suas preferências no plano de benefícios, através de uma pesquisa de opinião;
  • Apresentar uma lista de benefícios a ser votada pela equipe de funcionários;
  • Flexibilizar os benefícios, de acordo com as necessidades dos colaboradores;
  • Oferecer benefícios de acordo com a necessidade dos colaboradores (ex. em caso de níveis de ansiedade muito altos, oferecer uma plataforma de terapia online);
  • Abrir um canal de sugestões para realizar pesquisas de satisfação, após a implementação do pacote.

O RH deve deixar claro, desde o processo inicial, que engloba o recrutamento, até a retenção de talentos, qual é a política de benefícios que a empresa dispõe.

Dessa forma, o profissional contratado entende melhor as vantagens da empresa para avaliar melhor sua escolha em relação às companhias concorrentes.

Para que o pacote de benefícios seja melhor implementado, reitero: a gestão deve conhecer o perfil do seu time de funcionários, para entender as suas necessidades.

Daí a importância de flexibilizar os benefícios: ao entender o público interno, o RH consegue criar pequenos grupos dentro do grande grupo de colaboradores, de acordo com suas identidades e necessidades e, assim, implementar um plano que beneficie a todos, de forma individual e coletiva, gerando maior satisfação e engajamento.

Outro ponto importante é oferecer benefícios que vão de acordo com a cultura da empresa. No caso de empresas inovadoras, os benefícios e clima organizacional devem fazer jus a isso!

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2. Organize um orçamento para a gestão de benefícios corporativos

Organize um orçamento para a gestão de benefícios corporativos

Após a análise do perfil dos colaboradores, a gestão deve definir o pacote de benefícios empresariais mais eficiente para a empresa. Nesse momento, é hora de calcular o orçamento necessário para o investimento.

Esse é a hora de mensurar o ROI (Return On Investiment ou Retorno Sobre o Investimento), tendo em vista que o retorno do investimento em um pacote de benefícios é muito subjetivo.

Um cálculo interessante pode ser considerar a verba (investimento) x impacto (lucro gerado pelo colaborador em determinado período).

O final desse cálculo deve trazer vantagens tanto para e empresa quanto para o profissional; portanto, é necessário avaliar bem o custo do investimento e o retorno lucrativo para a companhia.

Realizado o apuramento do orçamento inicial é hora de focar na gestão de benefícios para o público interno da empresa, visando reconhecimento e valorização.

Você sabia que: de acordo com estudo da Deloitte, para cada £1 investida na saúde mental dos colaboradores, £5 retornam em forma de lucro para as empresas?

Conheça o Guia da Alma: a solução completa para a Saúde Mental no trabalho.

3. Foque no endomarketing para divulgar os benefícios empresariais

Foque no endomarketing para divulgar os benefícios empresariais

Ações de endomarketing criativas podem ser oferecidas para o público interno, com a intenção de divulgar os benefícios corporativos e aumentar a adesão.

Um erro clássico é divulgar o benefício apenas quando ele é contratado. É importante relembrar constantemente a equipe de aproveitar essa oportunidade!

Para isso, a gestão deve:

  • Criar um bom plano de comunicação interna para uso dos benefícios, com um guia detalhado;
  • Ter um passo de uso e seus benefícios;
  • Compartilhar as regras e informações dos benefícios e manter canais de comunicação abertos, com a intenção de esclarecer dúvidas;
  • Informar à toda a equipe sobre eventuais mudanças no pacote de benefícios ou em algum incentivo específico;
  • Entre outros.

4. Tenha o controle de benefícios e calcule o resultado do investimento na empresa

Tenha o controle de benefícios e calcule o resultado do investimento na empresa

Vamos entender mais sobre o cálculo do investimento em benefícios que empresas oferecem?

As perdas anuais por queda de produtividade dos colaboradores por causa da saúde mental tem impacto direto na economia mundial. As perdas, por ano, no mundo, giram em torno de US$ 2,5 trilhões e US$ 8,5 trilhões (OMS).

Por exemplo, quando um colaborador apresenta um quadro de depressão pode ter problemas na atenção, memória, tomada de decisão e capacidade de planejamento.

No caso de um colaborador que ganha cerca de R$2 mil, por exemplo, o presenteísmo (= colaborador presente, mas improdutivo) gera um custo de R$21 mil por ano. Se for um cargo mais alto, o curso do afastamento aumenta.

Apenas por esses dados, já entendemos o quanto um colaborador com problemas de saúde, ou desengajado, pode gerar para a empresa!

Então, ter benefícios empresariais, pode estimular esse colaborador a ficar bem e ficar motivado no seu cargo.

Tendo isso em vista, os resultados da implementação de benefícios empresariais devem ser monitorados, como:

  • Índice de adesão aos benefícios;
  • Índices de inatividade;
  • Regularidade de uso dos benefícios;
  • Índice de cancelamento.

Dica: realize uma pesquisa periódica de eNPS (Employee Net Promoter Score) para mensurar o grau de satisfação dos colaboradores após a implementação do plano de benefícios.

É interessante automatizar o processo de gerenciamento do uso de benefícios, onde ocorra a revisão periódica das vantagens concedidas e atualização constante de informações, quando necessário, para que não haja a perda de dados importantes, com o passar do tempo.

Outro ponto importante é entender como de fato aquele benefício tem gerado impacto positivo na vida dos colaboradores. Por exemplo: em benefícios de saúde mental quando uma pessoa usa e melhora seu bem-estar, ela automaticamente impacta positivamente a vida dos colegas a sua volta!

5. Conte com o Guia da Alma para realizar a sua gestão de benefícios empresariais

Conte com o Guia da Alma para realizar a sua gestão de benefícios empresariais

Plataformas especializadas podem ser de grande ajuda na gestão de benefícios empresariais diferentes de uma empresa, pois conhecem profundamente a rotina dos departamentos e podem sanar de forma cirúrgica os gargalos observados pela gestão da instituição.

O Guia da Alma é uma plataforma de saúde mental que irá potencializar os resultados do seu negócio, trazendo inúmeros benefícios para os colaboradores, bem como para a empresa.

Oferecer benefícios de saúde mental para os colaboradores tornou-se símbolo de boa reputação, retenção e sustentabilidade corporativa.

“Um ambiente saudável se tornou critério essencial na hora de escolher onde trabalhar.

O RH que se atentou para este fato e implementou iniciativas de qualidade de vida tem um forte diferencial competitivo.

Além de melhorar a reputação da empresa, a equipe ganha em produtividade, pois previne o impacto da ansiedade e outras questões na performance. Todos saem ganhando!

Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma

Pensando nisso, nós do Guia da Alma, temos uma plataforma para saúde mental online para colaboradores e RH, focada em terapias complementares.

Técnicas como meditação, yoga e programação neurolinguística têm se mostrado cada vez mais eficazes para a melhoria do bem-estar e performance.

Além da plataforma de terapia online, os planos para empresas também contam com:

  • Mapeamento de saúde mental na equipe de colaboradores;
  • Dados de adesão;
  • Práticas e palestras ao vivo.

Com foco em saúde preventiva, o Guia da Alma ajuda RHs e empresas com vários benefícios organizacionais conectados em um único lugar, de forma online, ideal para empresas remotas ou híbridas.

Agora que você já sabe porque oferecer benefícios aos funcionários, conte com o Guia da Alma!

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Fundador e CEO do Guia da Alma. Especialista em Saúde Mental corporativa. Especialista em Terapias Complementares. Palestrante e Instrutor de Meditação Mindfulness para Empresas.

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