As Crianças Índigo, também chamadas de “rompedores de sistemas”, vêm ao mundo com a missão de promover a aceleração do processo de evolução humana e planetária.

São as chamadas Crianças Índigo, ou Crianças de Luz, como a parapsicologia também gosta de denotar. São assim chamadas, por sua aura ser azul-indigo. Segundo o dicionário “Houaiss”, a aura, significa “suposta manifestação de substância etérea que irradia de todos os seres vivos, somente perceptível por pessoas de sensibilidade especial”.

São crianças que nasceram aqui e acolá, uma que outra, chamadas (sensitivas), mas esta informação começou a ser veiculada em 1982, quando a parapsicóloga norte-americana Nancy Ann Tappe lançou o livro “Understanding Your Life Through Color” (Entendendo sua Vida Através da Cor). Foi a primeira publicação a mencionar o padrão de comportamento dessas novas crianças nascidas a partir dos anos 1970 e tidas, segundo a psicóloga Valdeniza Sire Savino, como “pioneiras, desbravadoras, e agentes de transformação que provocarão, por meio de suas atitudes, mudanças em todos os setores da sociedade e quebra de paradigmas”.

Estas crianças são geralmente muito sensíveis, inteligentes ao extremo, amam animais e têm uma inclinação fortíssima ao que se diz sobre compaixão e amor ao próximo. São guiadas por um grande senso de justiça. Têm liderança carismática. Não são massa de manobra, não se deixam conduzir, nem são manipuláveis. Não conseguem seguir regras ou disciplina severa, não aceitam “não”. Nunca. Querem ter escolhas, querem negociar. Possuem muita energia, distraem-se facilmente. Discutem. Resistem à autoridade. São popularmente e infelizmente chamadas de “terríveis”, “pestinhas”, “criança problema”.

Não são adeptas de práticas que agridam a natureza. Detestam preconceito.

Muitas delas não aceitam comer carne de qualquer animal, preferem escolher legumes, verduras e comem pouca quantidade.

Acreditam em Deus, e a continuação da vida após a morte não é novidade para elas.

Podem ser diagnosticadas comumente com TDA (transtorno de déficit de atenção) ou alguma outra forma de hiperatividade.

Geralmente, os pais levam essas crianças ao  psicólogo ou até ao psiquiatra, dando-lhes medicamentos, tendo pouquíssima  melhora, nenhum resultado ou até piora de comportamento, pois nada tem a ver com esse tipo de tratamento.

Os educadores têm muita dificuldade de trabalhar com essas crianças em idade escolar,  através dos métodos tradicionais. O início da alfabetização é onde as características começam a se acentuar, piorando na adolescência, pois não conseguem ser compreendidos.

Segundo Tappe, os índigos vivenciam uma grande mudança por volta dos 26 ou 27 anos, quando passam a ter noção de sua missão na Terra. Começam a ter uma visão cada vez mais clara do que vieram fazer aqui, de seus objetivos, e seguem seu ideal até se tornarem mais velhos e poderem concluí-lo. Os adultos com esse perfil, em geral, cresceram com um sentimento de inadequação, sentindo-se diferentes.

Se você tem uma criança assim, com algumas destas características, busque, pesquise, e procure saber mais sobre seu mundo. Isso não significa que vai deixar de educar, orientar, colocar limites, mas aceite-a, escute-a, some com ela, ajude-a em sua jornada. Você faz parte dela.

 


Será que eu sou um Adulto Índigo ou Cristal?

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Leia também:

 

Confira alguns livros sobre o assunto:

  • “Crianças Índigo – Crianças muito especiais estão chegando”, de Lee Carroll e Jan Tober (Butterfly Editora)
  • “Educando Crianças Índigo – Uma nova pedagogia para as Crianças da Nova Era!”, de Egidio Vecchio (Butterfly Editora)

 

— Atualizando em 05/05/2017

Este artigo sobre as Crianças Índigo e outro sobre as Crianças Cristal (confira aqui: Crianças Cristal – a nova vibração) foram fonte de inspiração para um vídeo dos nossos parceiros do canal Somos OM. Gratidão!

 


Participe de nossa vídeo-reportagem especial: Índigo ou Crystal?

Em parceria com a Eliana Guimarães da CELATAM e BEI TV, estaremos fazendo uma reportagem especial sobre as crianças Índigo e Cristal, entre 8 e 14 anos!

Será nos dias 9 e 10 de Dezembro em Florianópolis – SC!

Para participar, entre em contato com a gente mandando sua história no email: elianaguimaraespinto@gmail.com

Esperamos por você!


 

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Cenira de Fátima Vieira

Consultora organizacional, pesquisadora do comportamento humano, reikiana.

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Atuando como empresária, sempre insatisfeita com a grande rotatividade de pessoas, iniciei a busca de conhecimento na área de comportamento humano. Hoje a dedicação é no desenvolvimento comportamental das pessoas através de coaching na área profissional, pessoal, espiritual e relacionamentos.

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