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Yoga

Asteya: Não roubar em 6 passos do Yoga

O que o Yoga fala sobre não tomar o que não é seu!

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Desde a infância somos ensinados a não levar para casa algo que não é nosso, ou seja, os pertences de outra criança sem o consentimento dela. Por ser uma atitude crucial para vivermos em harmonia em sociedade, um dos preceitos éticos do Yoga é Asteya, que em sânscrito significa “não roubar”.

Conhece mais o Yama Asteya e veja 6 dicas de como praticar em sua vida!

Eu sou Priscila A. Almeida, instrutora de yoga e reikiana em Palhoça – SC. Entre em contato comigo neste link!


Asteya: O que o Yoga fala sobre não tomar o que não é seu!

mulheres meditando e sorrindo bem-estar

Nos artigos anteriores abordamos os outros princípios: Ahimsa (não violência) e Satya (verdade).

Os Yamas e Niyamas são princípios descritos nos Yoga Sutras de Patanjali, mestre que compilou oito passos que nos conduzem a uma felicidade plena (ou melhor, à iluminação). Assim como os ásanas (posturas psicofísicas de yoga), ele fala de condutas em sociedade e internas que ajudam nessa jornada.

Hoje, o assunto é muito propício pois assistimos demasiadas vezes na mídia diversos roubos no nosso país, tanto nas ruas quanto na política, abrangendo todas as classes sociais. Infelizmente, a questão de tomar algo que não é nosso começou há mais tempo do que imaginamos.

Pense bem, quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles tomaram as terras dos índios.

No Canadá, os europeus fizeram o mesmo, assim como em diversas partes do mundo. Mas no Canadá, os índios recebem pensão até os dias de hoje devido a este fato.  É uma forma que o Parlamento tem de dizer que sabe que as terras eram dos índios.

Quando não observamos isso ou fazemos algo para internalizar a História com clareza, desequilíbrios ocorrem no país.

Mas, o assunto “não roubar” vai além de questões de propriedades e objetos. De acordo com a filosofia do Yoga, seguindo os princípios que constam no Yoga Sutras, atingimos mais facilmente a iluminação (algo que nada mais nada menos que Buda alcançou)!

Ficou curioso com o assunto? Então, fique com a gente! Hoje vamos falar do Yama denominado Asteya e entender seus significados mais sutis.

Asteya: Não roubar em 6 passos

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Uma das definições de Asteya é “não roubar, não se apropriar dos bens dos outros e não praticar a corrupção”.

Mesmo que nosso país possua má reputação no assunto e esteja, de fato, adoecido neste tema, podemos começar a olhar sobre as pequenas “corrupções” do nosso dia a dia.

Já aprendemos desde crianças que pegar algum objeto de alguém não é bom para nossa moral. Porém há outros aspectos que precisam ser levados em conta para garantir a harmonia nas relações externas e internas durante a vida toda.

Veja a seguir, 6 atitudes que distanciam você da busca de Asteya:

1. Combinar compromisso / encontro e desmarcar

A rotina de todos é corrida e muitas vezes as circunstâncias fazem com que mudemos nossa agenda.

Mesmo assim, quando combinamos algo com algum indivíduo ou grupo, ele se prepara para aquele momento e reserva aquele tempo específico para a gente.

Quando desmarcamos uma ou duas vezes é normal. Mas quando isso se repete, podemos perder a confiança daquela pessoa e estar roubando o tempo dela.

2. Marcar algum serviço e não comparecer

Da mesma forma, quando marcamos algum serviço e não comparecemos ao local sem avisar previamente, “roubamos” o tempo e recursos daquela empresa.

Tempo e recursos de uma empresa são itens que a fazem existir e se manter.

3. Chegar atrasado numa reunião ou encontro

Quando temos reunião ou encontro, é esperada a nossa presença. As pessoas contam conosco. O tempo perdido delas é igual ao nosso tempo perdido, não volta.

Em algumas cidades e horários, o atraso já é calculado pelo grupo, devido ao trânsito e o pico de engarrafamentos. Então, a margem de atraso é aceitável nessas circunstâncias.

4. Imitar uma ideia sem o consentimento do outro

Quando falamos em Asteya, também falamos sobre ideias. Parece muito sutil, mas quando temos uma ideia, esperamos que nenhuma pessoa venha competir com ela, principalmente quando se trata de algo comercial.

Mesmo que haja competição na sociedade, a ideia aqui é a cooperação e o bom senso.

5. Invejar a vida de alguém

Admiração é aquilo que faz você olhar uma realidade e se inspirar.

No entanto, quando ficamos ruminando sobre a realidade de alguém, pensando na vida da pessoa e desejando algo dela, a inveja se instala.

Nosso tempo deve ser investido em criar uma vida boa e feliz para nós e os que nos rodeiam.

Por isso, não é recomendado desejar estar no lugar de outra pessoa, afinal nas mídias sociais são mostrados fragmentos da realidade.

Em questão energética, inveja também é uma forma de roubar energeticamente/sugar uma pessoa.

6. Ficar muito tempo “encantado” com alguém

Temos acesso à intimidade das pessoas em grandes proporções hoje em dia com as mídias sociais. Ao mesmo tempo que isso torna a comunicação mais rápida e dinâmica, a exposição da vida íntima é exagerada.

Vemos o casamento, o aniversário, as férias em Paris e as formaturas de diversas pessoas com as quais não temos relação na vida real.

Pode ser que aquelas fotos belas e com descrições poéticas nos toquem o coração. Mas precisamos cuidar para que não fiquemos pensando naquele mundo “mágico” do outro por muito tempo.

Podemos sim nos inspirar e admirar, mas cuide para não extrapolar, pois essa dinâmica pode consumir a energia que poderia ser depositada na sua vida.

Vem transformar sua vida!

Sou Priscila Almeida, Instrutora de Yoga e Terapeuta Reikiana. Agende seu horário em Palhoça-SC!

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Priscila A. Almeida

Instrutora de Yoga formada pelo Ánandam Yoga e Cultura e reikiana Mikao Usui II pelo Espaço Holístico Namastê.

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