Dicas de Saúde Feminina: 3 cuidados indispensáveis para a saúde da mulher!

Bem-estar integral: três passos vitais para um cuidado completo com a saúde feminina.
mulher em saúde feminina
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Cuidar da saúde feminina é uma jornada essencial e multifacetada, exigindo atenção constante e práticas de autocuidado específicas.

Neste artigo, exploraremos estratégias fundamentais para promover o bem-estar integral das mulheres.

Em meio às exigências cotidianas, é essencial priorizar a saúde, compreendendo as necessidades únicas do corpo e da mente feminina.

Através de cuidados preventivos e práticas sustentáveis, as mulheres podem fortalecer sua saúde física e emocional.

Vamos explorar três orientações essenciais que podem ser incorporadas à rotina, contribuindo para uma vida plena e saudável.

Sou Paloma Maroni, terapeuta integrativa Guia da Alma. Boa leitura!


Saúde feminina: qual sua importância?

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Foto: mapodile – istock

O termo “saúde da mulher” é frequentemente mencionado, mas você compreende verdadeiramente a importância de abordar a saúde feminina de maneira específica? Se não, venha comigo!

O corpo e a mente da mulher apresentam necessidades únicas, o que justifica a existência de uma vasta área médica dedicada exclusivamente à saúde feminina.

Essas necessidades abrangem:

  • Desenvolvimento da mulher;
  • Saúde mental;
  • Saúde reprodutiva;
  • Prevenção e tratamento de doenças relacionadas à anatomia feminina.

Além disso, a saúde da mulher desempenha um papel significativo na sociedade, pois mulheres saudáveis são capazes de contribuir para suas famílias e comunidades, aumentando assim suas chances de desenvolver uma vida social, política e econômica plena.

Historicamente, as mulheres não receberam a atenção adequada às suas necessidades específicas, mas a ciência moderna compreende e continua a aprimorar seu entendimento dessas particularidades, investindo consideravelmente em avanços tecnológicos e conhecimento para aprimorar esse campo.

Mulheres que recebem cuidados de saúde apropriados exercem uma influência positiva na saúde de seus filhos e se tornam modelos para as comunidades a que pertencem.

O estado de saúde das mulheres abrange o bem-estar físico, mental e social em todas as fases da vida, desde a adolescência até a melhor idade.

A saúde mental das mulheres é crucial para uma qualidade de vida satisfatória.

Devido às características específicas da mente feminina, comprometimentos nessa área afetam significativamente a capacidade de autocuidado e atenção aos dependentes.

A compreensão da saúde da mulher deve ser multidimensional, pois uma condição física pode influenciar a saúde mental e vice-versa.

Por exemplo, o tratamento de um câncer que envolve a remoção de uma mama não apenas afeta a saúde física, mas também desencadeia questões relacionadas à autoestima e aceitação.

Agora, possui argumentos suficientes para considerar a saúde da mulher com a devida atenção?

Se precisar de mais informações, continue a leitura!

Saúde feminina no brasil: dados

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A menarca marca o início do ciclo menstrual da mulher, geralmente ocorrendo entre 10 e 15 anos de idade.

No Brasil, a idade média da menarca foi de 12 a 13 anos, variando conforme a região (urbana ou rural), conforme constatado pela Pesquisa Nacional de Saúde – PNS 2019.

Em relação à menopausa, a maioria das mulheres brasileiras a vivencia entre os 45 e 55 anos de idade.

As mulheres constituem a maioria da população brasileira, representando 51,1% de acordo com a última PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua) de 2022, enquanto os homens compõem 48,8%.

A despeito dessa maioria numérica, as mulheres enfrentam desafios significativos que afetam indicadores sociais, tais como a mortalidade materna e complicações no ciclo gestacional e puerpério.

Diante desse cenário, compreender adequadamente a saúde das mulheres é essencial para identificar demandas prioritárias e orientar a alocação de recursos e políticas públicas adequadas.

Conforme análise do Boletim Epidemiológico da Saúde da Mulher brasileira, entre 2012 e 2021, o percentual de mortes evitáveis entre mulheres aumentou de 69,5% para 77,4%, indicando que aproximadamente 330 mil mortes poderiam ter sido prevenidas nesse período.

No intervalo de 2010 a 2021, mais de 600 mil mortes prematuras de mulheres, com idades entre 30 e 69 anos, foram registradas no Brasil, principalmente decorrentes de câncer de mama.

Uma notícia positiva é que, em comparação aos homens, as mulheres (82%) buscam mais frequentemente os serviços de atendimento médico em busca de melhorias em sua saúde ou para realização de exames de rotina.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde – PNS 2019, mais de 58% das mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos realizaram mamografia em menos de dois anos da data da entrevista, evidenciando um comportamento saudável e o entendimento crescente da importância da prevenção.

A relação entre prevenção e saúde feminina

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O corpo e a mente da mulher passam por diversas transformações ao longo dos estágios da vida, desde a adolescência até a menopausa, incluindo a vida adulta e a gestação.

Cada uma dessas fases exerce impacto significativo na saúde.

Adotar hábitos saudáveis, cuidar da intimidade e realizar exames preventivos desempenham um papel crucial na promoção da longevidade e na manutenção de uma vida saudável.

Assim, a prevenção emerge como um fator essencial para assegurar o bem-estar e uma qualidade de vida satisfatória, não apenas para as mulheres, mas para todos.

Frequentemente, a prevenção só é lembrada quando restam apenas opções de tratamento para as consequências.

Portanto, é fundamental abordar a importância da prevenção.

Reconhecemos que uma forma eficaz de prevenção é a detecção de pequenos sinais de doenças antes que se agravem, não é mesmo?

Contudo, você sabia que a prevenção vai além disso?

Os cuidados preventivos também incluem práticas de autocuidado.

Medidas simples, quando incorporadas diariamente e fortalecidas ao longo do tempo, têm o potencial de evitar inúmeras doenças e limitações.

Além dos exames médicos, cuidados básicos realizados em casa, como a higiene íntima, a prática regular de atividades físicas e uma alimentação equilibrada, desempenham um papel vital na promoção da saúde.

Vamos explorar esses aspectos a seguir.

Dicas de saúde feminina: 3 cuidados integrativos para a saúde da mulher

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Foto: Drazen Zigic – istock

Confira!

Dica 1. Nutrição e saúde da mulher

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A nutrição desempenha um papel crucial na saúde da mulher, pois através da alimentação é possível alcançar diversos benefícios, como maior disposição, leveza e equilíbrio do corpo e da mente.

Cada fase da vida da mulher apresenta suas particularidades, demandando uma alimentação saudável que atenda às necessidades específicas.

Para cultivar uma alimentação saudável, é essencial desenvolver práticas e adquirir conhecimento.

A prática torna hábitos saudáveis uma rotina, enquanto o conhecimento possibilita escolhas alimentares conscientes.

Durante a infância, fase em que formamos nossos hábitos, é crucial incluir todos os grupos alimentares no cardápio, evitando alimentos processados e ultraprocessados para que as crianças não associem essas opções como substitutas dos alimentos naturais.

Na adolescência, que compreende a faixa etária dos 10 aos 19 anos, as meninas entram na puberdade, acelerando o crescimento ósseo e a maturação sexual.

Nessa fase, a alimentação deve ser rica em cálcio, ferro, zinco, vitaminas do complexo B, vitaminas A, C e D, além de carboidratos, proteínas e gorduras insaturadas.

Na fase adulta, manter hábitos alimentares saudáveis é crucial, e é importante evitar dietas milagrosas que prometem o corpo perfeito.

Tais dietas, além de serem restritivas e causarem desequilíbrio nutricional, podem levar ao efeito sanfona e representar riscos à saúde, impactando o sistema de defesa ou desencadeando doenças associadas à má alimentação.

Mulheres que planejam engravidar devem prestar atenção especial à alimentação, garantindo a ingestão de ácido fólico, ferro, ômega-3, zinco, selênio, coenzima Q10, vitaminas do complexo B, vitamina D e E.

A saúde intestinal também é crucial, pois é lá que todos esses nutrientes serão absorvidos.

A partir dos 40 anos, manter hábitos alimentares saudáveis torna-se essencial para prevenir o excesso de peso e o desenvolvimento de doenças como diabetes, osteoporose, doenças cardiovasculares e psiquiátricas.

Recomenda-se priorizar alimentos ricos em cálcio e vitamina D, fibras, gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas, controlar a ingestão de calorias e evitar o consumo excessivo de álcool, açúcar e sal, conforme a nutricionista Marcela Knibel, da IFF/Fiocruz.

Para ilustrar esses nutrientes, segue alguns exemplos de alimentos:

  • Ácido fólico: fígado, couve e escarola;
  • Coenzima Q10: frango, carne bovina e peixes gordurosos, como atum, salmão e sardinha;
  • Ferro: carnes bovinas, frango, peixes, brócolis e espinafre;
  • Zinco: semente de abóbora, amêndoas, castanha-do-pará e castanha de caju;
  • Vitamina A: fígado, gema de ovo, frutas e vegetais amarelo-alaranjados, como manga, mamão e cenoura;
  • Vitaminas do complexo B: legumes, verduras, frutas, ovos, castanhas, amêndoas, cereais, leite e derivados;
  • Vitamina C: laranja, limão, goiaba, caju, mamão e pimentão amarelo;
  • Vitamina D: sardinha, leguminosas (como soja e feijões), leite e derivados, semente de gergelim e linhaça;
  • Vitamina E: óleos vegetais como o de girassol ou milho, castanhas e amêndoas;
  • Cálcio: leite e derivados, grão de bico, tofu, sardinha e levedo de cerveja;
  • Selênio: castanha-do-pará e aveia;
  • Gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas: azeite de oliva extravirgem, óleo de abacate e peixes.

Agende comigo uma consulta online de Saúde Integrativa no Guia da Alma 🙂

Dica 2. Chás para saúde feminina

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Nossas avós sempre tinham uma receita infalível de chá para qualquer desconforto que enfrentássemos.

Por muito tempo, essas receitas de ginecologia natural eram vistas apenas como crendices populares, mas nos dias de hoje, a ciência tem reconhecido que os remédios naturais para a saúde feminina, provenientes de um conhecimento ancestral que perdura por gerações, podem ter fundamentos válidos e serem eficazes!

Os chás representam excelentes alternativas para promover a saúde feminina, especialmente no contexto do ciclo menstrual. Vejamos alguns exemplos:

  • Chá de camomila: contribui para a limpeza do útero, sendo indicado no início do ciclo menstrual, a partir do primeiro dia de menstruação;
  • Chá de anis estrelado: auxilia no alívio das cólicas nos primeiros cinco dias do ciclo, sendo reconhecido por suas propriedades analgésicas;
  • Chá de cúrcuma: beneficia no controle das cólicas menstruais e representa um aliado valioso para mulheres que enfrentam a endometriose;
  • Chá de amora: apoia a fase pré-ovulatória, promovendo o desenvolvimento dos folículos (estruturas uterinas que armazenam os óvulos) e contribuindo para a regulação global do ciclo menstrual. Uma escolha indicada para quem planeja engravidar;
  • Chá de erva-doce: recomendado para a fase pós-ovulatória, do 12º ao 17º dia do ciclo, quando ocorre uma queda nos níveis de estrogênio e aumento da progesterona, resultando em uma diminuição da libido. A erva-doce também é benéfica para estimular a produção de leite durante a amamentação.

Dessa forma, percebemos que os conhecimentos transmitidos por nossas avós sobre chás terapêuticos para a saúde feminina têm respaldo científico e são valiosos para o cuidado do corpo ao longo do ciclo menstrual e além.

Dica 3. Atividade física e saúde feminina

ícone de Dica 3. Atividade física e saúde feminina

A prática regular de exercícios físicos não apenas melhora a saúde, mas também eleva a qualidade de vida de maneira abrangente.

Os benefícios vão desde a redução da ansiedade até melhorias no sono, autoestima elevada e prevenção de doenças.

A atividade física é crucial para a preservação da saúde do corpo humano.

Mulheres, devido a um maior percentual de gordura corporal em comparação com os homens, devem incorporar um programa de exercícios em sua rotina.

Além da redução da gordura corporal, observa-se a diminuição da pressão arterial e do colesterol total, contribuindo significativamente para a prevenção e controle de diversas doenças.

Além disso, a prática de exercícios físicos promove a liberação de endorfina, conhecida como hormônio do prazer, proporcionando melhorias na autoestima, redução de cólicas e outros sintomas associados à TPM, como alterações de humor e dores nas mamas.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), para a preservação da saúde, jovens de 5 a 17 anos ou indivíduos que estejam adotando uma vida mais ativa devem realizar 60 minutos de atividades leves a moderadas de 3 a 5 vezes por semana.

Para adultos, é indicado de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana.

Caso a atividade seja mais intensa, o ideal seria de 75 a 150 minutos semanais.

A seguir, algumas opções de atividades físicas:

  • Leve: cuidar do jardim, lavar a louça, arrumar a cama, caminhada de aproximadamente 2 km por dia;
  • Moderada: caminhada, andar de bicicleta (menos de 16 km/h), tênis, dança de salão, hidroginástica;
  • Intensa: corrida, caminhada em trajetos inclinados, andar de bicicleta (mais de 16 km/h), danças aeróbicas, basquete, natação, futebol, pular corda.

Há uma variedade de opções de atividades físicas, que podem ser realizadas individualmente, em grupo, em casa, na academia ou ao ar livre.

Basta escolher e dedicar um tempo do dia para iniciar.

A prática regular de atividade física é essencial para promover e manter a saúde física e mental, independentemente da idade e situação.

Terapia para mulheres: 4 formas de autocuidado feminino!

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Foto: photoroyalty – istock

Veja mais!

1. Aromaterapia para mulheres

ícone de Aromaterapia para mulheres

Independentemente da fase da vida da mulher, a aromaterapia pode proporcionar bem-estar e melhorias na saúde feminina.

A aromaterapia utiliza óleos essenciais para promover diversos benefícios terapêuticos, abrangendo aspectos físicos, mentais, emocionais e espirituais, seja por meio do olfato ou da aplicação tópica na pele.

Na aplicação olfativa, é possível utilizar um colar difusor de aromaterapia, pingando de 2 a 3 gotas em um algodão e diluindo em azeite de oliva ou óleo vegetal.

Para a aplicação tópica na pele, recomenda-se diluir cuidadosamente 4 ou 5 gotas em uma colher de sopa de óleo vegetal e aplicar na região dos pulsos, pescoço e na área próxima ao coração, entre as mamas.

Ao aplicar na pele, é importante massagear e evitar áreas com feridas abertas.

Para incorporar esses óleos vegetais ao autocuidado diário, considere os seguintes óleos essenciais:

  • Óleo essencial de Gerânio (Pelargonium graveolens): conhecido como o óleo da coragem, estimula a força de vontade e a determinação. Contribui para o combate da ansiedade e depressão, atuando como regulador hormonal na saúde feminina. Alivia os efeitos da TPM, cólicas menstruais e sintomas da menopausa;
  • Óleo essencial de Ylang Ylang (Cananga odorata): indicado para dias de inquietude, melhora a libido e o desejo sexual. Auxilia na expressão da afetividade e sociabilidade, sendo também um antidepressivo e calmante. Contribui para a redução da hipertensão e regulação dos hormônios femininos, proporcionando relaxamento do sistema nervoso e sensação de bem-estar;
  • Óleo essencial de Palmarosa (Cymbopogon martini): equilibra o sistema nervoso e a fragilidade emocional. Favorece clareza na resolução de situações angustiantes, sendo útil em casos de apatia ou sensação de perda. Quando diluído em óleo vegetal, pode auxiliar no tratamento de marcas de acne, cicatrizes solares e de idade. Além disso, possui propriedades desintoxicantes e anti-inflamatórias, sendo um estimulante eficaz para o sistema endócrino e hepático em mulheres.

Incorporar esses óleos à rotina diária pode contribuir significativamente para o bem-estar e a saúde da mulher.

2. Meditação e saúde feminina: para que serve?

ícone de Meditação e saúde feminina: para que serve

É amplamente conhecido que a meditação é eficaz na redução de estresse e ansiedade.

Mas você sabia que essa prática também potencializa o autoconhecimento, eleva a autoestima, reduz a perda de memória, favorece a canalização de emoções positivas e pode ajudar a diminuir vícios?

A meditação é uma valiosa ferramenta de autocuidado, oferecendo inúmeros benefícios para a saúde feminina.

Estudos científicos relacionados à prática de Mindfulness destacam seu impacto positivo na vida das mulheres que a incorporam à sua rotina diária.

Além dos benefícios mencionados anteriormente, especialistas têm evidenciado que a meditação pode influenciar no controle de doenças comuns em mulheres, como a endometriose e o câncer de mama.

Ela também contribui para o desenvolvimento da inteligência emocional, aceitação de condições de saúde e perseverança no tratamento, assim como aumenta a disposição para a prática de atividades físicas.

O Mindfulness, em particular, demonstra ser eficaz para a promoção de uma boa qualidade de vida e a prevenção de doenças, incluindo transtornos degenerativos como o Alzheimer.

Também auxilia no controle da pressão arterial em mulheres com predisposição à hipertensão e contribui para a prevenção de gripes e outras doenças infecciosas, fortalecendo o sistema imunológico.

Praticar a meditação é simples e pode ser feito da seguinte maneira:

  1. Escolha um local reservado;
  2. Sente-se confortavelmente no chão, sobre uma almofada ou colchonete;
  3. Ajuste sua coluna acima dos quadris;
  4. Feche os olhos;
  5. Em silêncio ou ouvindo uma frequência solfeggio (preferencialmente com fones de ouvido para bloquear ruídos externos), inspire profundamente pelo nariz e expire vigorosamente pela boca;
  6. Repita este ciclo por 5 minutos, focando na sua respiração;
  7. Ao perceber pensamentos, evite julgamentos pessoais e retorne sua atenção à respiração. Observe detalhes como odores, frequência, densidade e possíveis dificuldades na respiração (praticando a atenção plena);
  8. Continue por 5 minutos, e acrescente mais 5 minutos à sua prática à medida que se sentir confortável. Aumente gradualmente até atingir pelo menos 20 minutos diários.

Ao seguir esse guia, você poderá desfrutar dos benefícios transformadores da meditação em sua vida cotidiana.

3. Reiki

ícone de Reiki

No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Reiki tem sido amplamente utilizado como uma terapia preventiva para manter a saúde feminina em equilíbrio e, adicionalmente, tem demonstrado eficácia no tratamento de dores crônicas.

Estudos revelam que, somente no Brasil, 37% da população enfrenta algum tipo de dor crônica, sendo que a maioria dessas pessoas são mulheres (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor – SBED).

O Reiki, além de ser uma terapia de baixo custo e de fácil aplicação, emerge como um tratamento complementar significativo para mulheres que lidam com dores crônicas, muitas vezes associadas a quadros de ansiedade, depressão ou ao uso prolongado de medicamentos.

O Reiki é uma terapia aparentemente simples, porém dotada de efeitos poderosos.

A energia vital universal é canalizada para o indivíduo por meio das mãos e da intenção do terapeuta.

Apesar de sua sutileza, essa energia permeia todo o ambiente.

No processo de aplicação do Reiki, a energia pura e revitalizante do ambiente preenche o corpo do indivíduo, eliminando as energias obsoletas que já não contribuem para o equilíbrio do organismo.

Desta maneira, o corpo alcança um estado de equilíbrio energético, com os chakras alinhados, promovendo harmonia entre corpo e mente e, por conseguinte, prevenindo o surgimento ou agravamento de doenças físicas ou mentais.

4. Automassagem

ícone de Automassagem

A massagem emerge como uma poderosa aliada na promoção da saúde e prevenção de doenças em mulheres.

Mesmo quando não é possível investir em uma sessão de massoterapia ou dedicar um tempo extenso a isso, é possível aplicar alguns minutos de autocuidado através de automassagens.

A automassagem pode proporcionar relaxamento, aliviar nódulos de tensão, reduzir a ansiedade, irritabilidade e inquietação, além de melhorar o ânimo e a disposição, entre outros benefícios.

Nossas mãos contêm diversos pontos de do-in, que auxiliam na redução dos sintomas da TPM e da menopausa, estimulam o sistema imunológico e até mesmo podem aliviar dores de cabeça persistentes.

O do-in, baseado na Medicina Tradicional Chinesa, utiliza pontos específicos para promover um fluxo livre de energia pelo corpo, abordando condições prejudiciais à saúde.

Através dessa técnica, também conhecida como acupressão, podemos estimular esses pontos ou realizar uma massagem completa nas mãos, iniciando pelos punhos, passando pelas palmas e dorso das mãos, e dando uma atenção especial a cada dedo.

Não se esqueça de repetir o processo em ambas as mãos, dedicando cerca de 3 a 5 minutos a cada uma.

Se estiver buscando um programa específico para cuidar de sua saúde, sente-se perdida diante das várias opções de técnicas de autocuidado ou enfrenta dificuldades para incorporar essas práticas à sua rotina diária,

Descubra como a vida pode se tornar mais equilibrada e leve com o uso das terapias integrativas e do autocuidado!

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Sou enfermeira e terapeuta integrativa. Em meus atendimentos, forneço ferramentas para autocuidado e práticas mais naturais para a manutenção da saúde e do bem-estar. Minhas áreas de atuação são: Saúde Integrativa, Aromaterapia, Meditação, Naturologia, Relaxamento e Massoterapia.

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