17 Filmes LGBTQIA+ sobre representatividade

Diversidade e pluralidade importam.
colette: filmes LGBTQIA+
Mais terapias de Liana Chiaradia
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Junho é um mês onde falamos sobre visibilidade, diversidade e pluralidade. Por isso, separei uma lista com filmes LGBTQIA+ para abordar sobre o tema.

Precisamos de representatividade Lésbica, Gay, Bi, Trans, Queer, Intersexo, Assexual e mais, também no cinema.

Representatividade importa, e quanto mais falarmos dela, mais compreendemos o tema, retirando tabus e preconceitos.

Além disso, quando nos autoconhecemos e aceitamos quem somos, nos sentindo representados e seguros para tal, nossa saúde mental melhora.

Essa lista de filmes com temática LGBTQIA+ traz narrativas de autodescoberta, amor e luta. 5 delas são histórias são reais.

Antes de começar, quero lembrar que aqui você está em um espaço de acolhimento e respeito, sinta-se em casa no Guia da Alma: a Plataforma de Terapias Holísticas!


 

1. Hoje eu quero voltar sozinho

Filme brasileiro de 2013, dirigido por Daniel Ribeiro que retrata com naturalidade e sutileza a descoberta da orientação sexual.

Leonardo (Guilherme Lobo) é um adolescente que enfrenta preconceitos por ser cego e busca uma vida mais independente.

Para isso, conta com a ajuda de melhor amiga Giovana (Tess Amorim). Mas tudo muda quando Gabriel (Fábio Audi) se torna seu colega no colégio.

 

2. Colette

Colette é um filme dramático de 2018, dirigido por Wash Westmoreland, baseado na história real da vida da jornalista e escritora Gabrielle Colette. E é a capa desse artigo 🙂

Sidonie-Gabrielle Colette (Knightley) é uma jovem camponesa casada com o escritor Willy (Dominic West), que a apresenta à vida boemia de Paris do início do século 20.

Willy pede para que a esposa escreva romances baseados em sua experiência para serem publicados em seu nome. O primeiro livro é um sucesso e Colettee quer agora reivindicar o seu direito à autoria. Nessa jornada também traça um caminho de descobertas sobre sua sexualidade e luta feminista.

 

3. A garota dinamarquesa

Este filme premiado e dirigido por Tom Hooper em 2016, conta a história real do casal de artistas Einar (Eddie Redmayne) e Gerda Wegener (Alicia Vikander). Em 1926 os dois se casam em Copenhague, na Dinamarca.

Um dia Gerda pede para Einar se vestir de mulher para ser modelo de sua pintura. A partir desse momento, Einar passa a se chamar Lili Elbe e, com apoio de sua esposa, passa por uma das primeiras cirurgias de mudança de sexo da história para tentar recuperar o gosto pela vida.

 

4. Moonlight, sob a luz do luar

Esse drama americado, dirigido por Barry Jenkins (2016) conta a história de Black (Trevante Rhodes) e quebra muitos esteriótipos.

Black trilha uma jornada de autoconhecimento, tentando escapar da criminalidade em Miami e descobrindo sua orientação sexual.

 

5. Me chame pelo seu nome

Filme de 2017, dirigido por Luca Guadagnino, com uma a narrativa romântica e delicada.

O jovem Elio (Timothée Chalamet) está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na Itália. Mas nem imaginava que tudo mudaria quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que ajuda na pesquisa de seu pai, chega até sua casa.

 

6. Elisa e Marcela

Filme espanhol de 2019, dirigido por Isabel Coixet, pela Netflix.

“Elisa e Marcela” conta a história real de um casal de lésbicas que fingiu ser um casal heterossexual para se casar na Igreja em 1901. Logo o disfarce foi descoberto e as duas vivem uma história de prisões, fugas e sofrimento para ficarem juntas.

 

7. Milk: A Voz da Igualdade

Filme de 2009 dirigido por Gus Van Sant, conta a história real de Harvey Milk (interpretado por Sean Penn).

Milk foi um político, ativista norte-americano e o primeiro homem abertamente gay a ser eleito a um cargo público na Califórnia em 1977. Lutou por uma sociedade igualitária e contra a homofobia, até ser assassinado.

Esse filme também está na minha lista de: Filmes sobre pessoas Índigo.

 

8. Retrato de Uma Jovem em Chamas

Chegamos na metade da lista de filmes LGBTQIA+ e, esse romance dramático de 2019 dirigido por Céline Sciamma, conta a história de Marianne (Noémie Merlant), uma jovem pintora na França do século 18.

Ela é contrata para pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento, sem que ela saiba.

Passando seus dias observando Héloïse e as noites pintando, as duas acabam se aproximando.

 

9. Orações para Bobby

Esse filme de 2009, dirigido por Russell Mulcahy, é inspirado no livro: “Prayers for Bobby: A Mother’s Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son”, de Leroy F. Aarons.

Relata a história real de Bobby Griffith (Ryan Kelley), um jovem gay que sofre com o fanatismo religioso e homofóbico da sua mãe que quer “curá-lo”. Não suportando a situação, Bobby tira a própria vida e a mãe passa a se tornar defensora dos direitos gays.

 

10. O segredo de Brokeback Mountain

Brokeback Mountain, dirigido por Ang Lee em 2006, conta a história de Jack (Jake Gyllenhaal) e Ennis (Heath Ledger).

Os dois caubóis se conhecem em Wyoming em 1963, quando aceitam um trabalho solitário nas montanhas durante o verão.

Eles acabam desenvolvendo um relacionamento, mas quando o trabalho acaba, cada um segue seu caminho guardando o segredo, até se reencontrarem novamente.

Esse filme retrata o drama vivido por muitas pessoas que não têm coragem de assumir sua orientação sexual, fingindo viver casamentos felizes e sofrendo em silêncio.

 

11. Rafiki

Filme premiado queniano de 2018 dirigido por Wanuri Kahiu (que foi banido do país em sua estreia).

Conta a história das jovens Kena (Samantha Mugatsia) e Ziki (Sheila Munyiva) que, embora tenham famílias rivais políticas, desenvolvem uma grande amizade e apoiam uma a outra na batalha pela conquista de seus sonhos.

Mas, com o tempo, as duas desenvolvem um romance mal visto pela comunidade conservadora em que vivem.

 

Está gostando? Veja também: 16 Filmes sobre Espiritualidade!

 

12. Tomboy

Filme francês de 2011, dirigido por Céline Sciamma.

Mikael acaba de se mudar para Paris com a família. Após alguns dias, começa a brincar com as outras crianças do bairro durante o período de férias, e faz uma grande amizade com Lisa.

Com a aproximação do início das aulas, Mikael (que se chamava Laure) começa a sentir medo de ser exposta por sua identidade de gênero.

 

13. Flores raras

Filme brasileiro de 2016, dirigido por Bruno Barreto.

Elizabeth Bishop (Miranda Otto) é uma poetisa insegura e tímida, e para se inspirar resolve passar alguns dias no Rio de Janeiro, na casa de uma antiga colega de faculdade.

A colega Mary (Tracy Middendorf) vive com sua esposa, a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soare (Glória Pires).

No início Elizabeth e Lota não se dão bem, mas logo se apaixonam uma pela outra.

 

14. Com amor, Simon

Dirigido por Greg Berlanti, esse filme de 2017, conta a história de Simon Spier (Nick Robinson).

Aos 17 anos, sofre sozinho com o fato de ser gay, sem coragem de revelar para sua família e amigos. Até que ele se aproxima, anonimamente pela internet, de um dos seus colegas de classe que também é gay em segredo.

 

15. Meu nome é Rey

3 Generations, é um filme escrito e dirigido por Gaby Dellal.

Mostra os desafios da vida de Ray (Elle Fanning), que nasceu como mulher, mas nunca se identificou com o gênero e quer mudá-lo.

Sua mãe, Maggie (Naomi Watts), tenta encontrar a melhor forma de lidar com a questão, mas a avó Dolly (Susan Sarandon), recusa-se a aceitar o pedido de Ray e cria um conflito familiar.

Ele também está na minha lista de: Filmes sobre Saúde Mental.

 

16. Carol

Nesse premiado filme de 2015 dirigido por Todd Haynes, é contada a história de Therese Belivet (Rooney Mara), que tem um emprego entediante em uma loja de departamentos.

Até que um dia, ela conhece Carol (Cate Blanchett), uma elegante e misteriosa cliente, por quem se apaixona.

 

17. Mine vaganti

Mine vaganti (no Brasil chamado de “O Primeiro que Disse”) é um filme italiano de Ferzan Özpetek (2010) do gênero comédia-romântica.

Conta a história Tommaso Cantone (Riccardo Scamarcio). Seu pai, quer que ele e o irmão Antônio continuem o negócio da família (excluindo a irmã Elena), uma fábrica de massas no sul da Itália. Porém, em uma visita à família, Tommaso está se preparando para contar a verdade: é gay e quer seguir a carreira de escritor.

Mas ele não esperava que seu irmão Antônio comunicaria primeiro aos familiares que também é gay e está indo embora.

A história se desenrola com Tommaso tendo que lidar com a situação e uma série de preconceitos. E mostra também o que cada um dos familiares esconde sobre sua vida íntima. Tudo com um toque italiano!

 


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Por InCuca