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Autoconhecimento

5 motivos básicos para o autoconhecimento

Ouça a voz do seu coração.

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Autoconhecer-se é encontrar dentro de si mesmo o seu propósito e ter coragem de vivê-lo. É ouvir a voz do coração! Conheça 5 motivos básicos para o autoconhecimento com a taróloga e consultora holística Ana Thereza Valério.


 

Autoconhecimento – substantivo masculino – conhecimento de si mesmo, das próprias características, sentimentos, qualidades, imperfeições, inclinações etc. (Dicionário online)

Antes o medo era da terapia. Fazer terapia significava ser um grande problema (nunca visto como ter um problema). O ser humano tem esta mania. De cara, culpa-se por toda e qualquer coisa. Então, buscar o centro nas mãos de um terapeuta – psicólogo, psiquiatra, psicanalista, não importa, todos tratam de distúrbios da personalidade – sempre foi passar atestado de loucura. Então vinha a vovó filosoficamente explicar que “de médico e de louco, todos  temos um pouco.” Médico é um grande elogio. Louco…

Os tempos evoluíram e o terapeuta que tratava os distúrbios, passou a ser visto de uma outra forma. As terapias alternativas começaram a ser bem aceitas e o profissional que as pratica, o terapeuta holístico, deu uma nova visão ao processo. Este não tem autorização – a não ser que tenha diploma médico – de prescrever medicações ou mesmo suspendê-las, mas faz o acompanhamento junto com o profissional habilitado e ambos “inovaram” os cuidados na busca interior rumo à felicidade.

Vamos seguir o dicionário e fazer algumas observações:

 

1. Conhecimento de si mesmo

Quem conhece a si mesmo? Você sabe determinar EXATAMENTE o que você quer, quais as suas metas e como poderá alcançá-las? Canso de ouvir: “Não sei bem o que quero, mas sei exatamente o que NÃO quero”. E aí está o grande erro… Você começa a dar ênfase e a atrair o sentimento do que NÃO quer. Não alcança o objetivo e culpa o Governo, os pais, o chefe….

 

2.Conhecimento das próprias características

Se hoje você estivesse num processo seletivo e uma das perguntas fosse descrever as suas características mais marcantes, saberia fazê-lo? As SUAS realmente, não as que julga ter porque os outros te falam.

 

3. Conhecimento de seus sentimentos e emoções

Muitas vezes dizemos que sentimos algo que não sabemos descrever. Na grande maioria, porque os tememos ou os negamos. Conhecer a si mesmo “impõe” que se acolha todos os sentimentos e emoções e se dê um caminho a eles. Se todos no Universo somos energia e temos bipolaridades, por que nos custa tanto aceitar o que não “brilha”? Ser “Lobo Mau” por uns momentos não significa ser mau caráter. A questão é fazer a escolha. E até a escolha de ser “Lobo Mau” faz parte do processo de evolução. Creia.

 

4. Conhecimento das suas qualidades e defeitos

Um pouco do que já foi dito acima. Mesmo assim, reconhecer as qualidades requer que se tenha autoestima. Porque o ser humano sempre coloca que ser bom em alguma coisa é soberba. E puxar um defeito é correto para que se seja admirado….O ser humano sequer sabe receber um elogio. Quando é elogiado sempre tem um “mas…” , já reparou?

– “Que blusa linda!”

– “Você acha? É tão velhinha…”  “Jura? Comprei num brechó…foi baratinha…”

 

5. Conhecimento de suas inclinações

Reconhecer as inclinações é um meio de se chegar a uma escolha satisfatória no âmbito profissional, por exemplo. Não fazer escolhas porque a família assim deseja. Mas aquilo que já carrega em si e ainda não teve coragem de mostrar. Muitos talentos estão ocultos e vêm à tona quando começamos a nos permitir conhecer profundamente.

 

Não há mudanças a serem feitas. O  que somos  já temos dentro de nós. Quando nos permitimos abrir a “Caixa de Pandora” e tudo sai, certificamo-nos de que foi a melhor escolha. Permitimos que a liberdade que nos é concedida desde sempre, seja vivida.

O ser humano não se constrói/reconstrói. Ele JÁ É! Ele tem que se moldar à sua essência. Mas as crenças são incutidas, os padrões estabelecidos e ele é moldado na forma na qual necessita se adaptar e, quase sempre, fora de seu tamanho.

Não nascemos com crenças e padrões limitantes. Eles vão sendo absorvidos e aceitos como certos e absolutos. A partir do momento que nos entregamos ao processo sem medo, percebemos quantas amarras nos permitimos e como era fácil.

Autoconhecer-se é encontrar dentro de si mesmo o seu propósito e ter coragem de vivê-lo. É ouvir a voz do coração. Quase o tempo todo eu repito este “clichê” para meus clientes.

Está em dúvida? Entre em silêncio e busque lá dentro de seu coração o caminho. Dificilmente você entrará na contramão…

 

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Ana Thereza Valerio

Taróloga e Consultora Holística

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